Amigos.
Estou com um pequeno probleminha operacional. Os comentários (drink's) estão desativados, no texto abaixo e tudo que eu sabia, tentei.
Sabe-se lá se isso não é uma brincadeira dos deuses com a data ou com o texto... ou, comigo!
Agora, vou precisar da ajuda da Bonitinha pra consertar a bobagem que eu fiz.
Porém, como o comentário de cada um é importante pra mim, peço que comentem neste aviso ou, mandem para o meu e-mail: analu.ferreira@uol.com.br.
Espero rapidinho, resolver o problema.
Beijos meus!
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Aviso aos clientes...

De quando em vez, a gente precisa fazer algo desse tipo: limpeza!
E hoje, é um dia perfeito para o serviço.
Deveria, nas minhas contas, ser um dia de Bar... aberto, profusão de luzes, copa livre e show de fogos de artifício no final da noite.
Deveria ter a marca da comemoração ampla, geral e irrestrita – UM ANO!
Um ano que o amor invadiu a minha praia.
Um ano, que mergulhei de cabeça naquilo que era pra ser só um “casinho de internet” e que, ingenuamente transformei no evento da minha vida!
Hoje faz um ano que conheci o meu Lindinho, mas...
Chega de lembranças!
O pessoal da limpeza acabou de chegar e é hora de colocar mãos à obra.
E-mails, recados, torpedos... lixeira neles!
Presentes, filmes, músicas... guardados no fundão de uma gaveta qualquer.
Fotos... alguns CD’s.
E hoje, é um dia perfeito para o serviço.
Deveria, nas minhas contas, ser um dia de Bar... aberto, profusão de luzes, copa livre e show de fogos de artifício no final da noite.
Deveria ter a marca da comemoração ampla, geral e irrestrita – UM ANO!
Um ano que o amor invadiu a minha praia.
Um ano, que mergulhei de cabeça naquilo que era pra ser só um “casinho de internet” e que, ingenuamente transformei no evento da minha vida!
Hoje faz um ano que conheci o meu Lindinho, mas...
Chega de lembranças!
O pessoal da limpeza acabou de chegar e é hora de colocar mãos à obra.
E-mails, recados, torpedos... lixeira neles!
Presentes, filmes, músicas... guardados no fundão de uma gaveta qualquer.
Fotos... alguns CD’s.
- Ei... psiu...moço! Onde o senhor vai com esses CD’s? São fotos de um aniversário de família, um certo Revellion e tem também, um domingo lindo no Templo Budista.
- Olha Dona, não sei do que se trata. Mandaram jogar na prateleira dos “esquecidos para sempre” e estou indo pra lá.
- Não...! Espere um pouco mais. Esses, ainda não.
Vou conseguir um dia... eu sei que vou. E neste dia, deixe que eu mesma coloco na tal prateleira. Porém hoje, ainda não dá.
Quero olhar algumas vezes, pra minha cara de boba ao lado dele.
Quero ver o sorriso dele... sorriso de quem estava onde queria estar.
Quero poder mostrar pra quem não sabe, como é o rosto da felicidade (quando a gente se julga o mais feliz dos mortais)! Espere mais um pouco, antes de sumir com ele.
Vá em frente. Busque os cartões de Natal, as mensagens e promessas de um “happy new year” que nunca aconteceu, as declarações de amor explícito... e dedetize cada um deles. Mas, deixe as fotos aqui comigo. Preciso olhá-las um pouco mais...
..............................
Então proponho um brinde!
Hoje vou brindar ao recomeço: verbo cheio de saliências e ainda assim, cheio de promessas.
Vou brindar aos desencontros, aos novos encontros e às velhas fotografias.
Um brinde, ao Bernardo-eremita que encontrou uma casa novinha em folha, dentro da sua própria alma.
Como diz São Cândido, “...até quando você vai ser o pneu estepe da vida de alguém? Até quando vai ficar esperando que a bomba estoure do lado de lá, pra você aqui, juntar os cacos? Seja Madre Tereza... mas cuide primeiro do seu bem estar. Lembre-se de que muitos “sim” para os outros, são um número muito maior de “nãos” que você fala pra si mesma...”.
Povo!
O Bar da Ruiva, reabre amanhã e peço licença aos amigos, mas hoje vou beber todas, sozinha.
domingo, 28 de setembro de 2008
De volta...

“Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua fazenda.
Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.
O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá. O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.
Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais. No entanto, à medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e ia pisando sobre ela, até que, finalmente, conseguiu sair...".
Autor desconhecido
Pois é... e eu andava bem assim. Fundo do poço, é elogio.
Fundo... bem fundo... e de quebra, com alguns alguéns, fazendo de tudo pra me soterrar.
Porém, resolvi usar a terra jogada, como apoio.
Claro que a subida não é fácil. Não acreditem em quem disser que é. Claro que haverá dias de falta de gás. Vontade de desistir...? Também, é claro.
E nestes momentos, vou sentar em frente a essa telinha e lembrar de todos os amigos que me visitam e que contam em me ver colocando o rosto pra fora do tal poço.
Afinal, se permiti chegar ao fundo do poço, só me restam duas opções:
Ou me sirvo dele como ponto de apoio para o impulso que me levará ao topo; - Ou me deixo ficar ali até que a morte me encontre. É importante que, se estamos nos sentindo soterrar, sacudamos a terra e a aproveitemos para subir.
Ademais, em todas as situações difíceis que enfrentamos na vida, temos o apoio incondicional de Deus, do qual podemos nos aproximar através da oração.
Desde o meu primeiro post e isso lá no Falando de Amor, há três anos ou mais, muitas quedas aconteceram. Já fechei espaços, abri novos, jurei que nunca mais escreveria nem uma linha e capitulei.
Só quem tem blog sabe... isso é um vício bom.
Falar, é saudável.
Porém, de nada adiantaria, se não houvesse o carinho(e o ouvido) dos amigos.
Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.
O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá. O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.
Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais. No entanto, à medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e ia pisando sobre ela, até que, finalmente, conseguiu sair...".
Autor desconhecido
Pois é... e eu andava bem assim. Fundo do poço, é elogio.
Fundo... bem fundo... e de quebra, com alguns alguéns, fazendo de tudo pra me soterrar.
Porém, resolvi usar a terra jogada, como apoio.
Claro que a subida não é fácil. Não acreditem em quem disser que é. Claro que haverá dias de falta de gás. Vontade de desistir...? Também, é claro.
E nestes momentos, vou sentar em frente a essa telinha e lembrar de todos os amigos que me visitam e que contam em me ver colocando o rosto pra fora do tal poço.
Afinal, se permiti chegar ao fundo do poço, só me restam duas opções:
Ou me sirvo dele como ponto de apoio para o impulso que me levará ao topo; - Ou me deixo ficar ali até que a morte me encontre. É importante que, se estamos nos sentindo soterrar, sacudamos a terra e a aproveitemos para subir.
Ademais, em todas as situações difíceis que enfrentamos na vida, temos o apoio incondicional de Deus, do qual podemos nos aproximar através da oração.
Desde o meu primeiro post e isso lá no Falando de Amor, há três anos ou mais, muitas quedas aconteceram. Já fechei espaços, abri novos, jurei que nunca mais escreveria nem uma linha e capitulei.
Só quem tem blog sabe... isso é um vício bom.
Falar, é saudável.
Porém, de nada adiantaria, se não houvesse o carinho(e o ouvido) dos amigos.
A compreensão com cada um dos pequenos fracassos, faz a gente ter vontade de voltar.
É isso.
Volto, mais uma vez, meio baleada... meio assim, assim e morrendo de saudade.
É isso.
Volto, mais uma vez, meio baleada... meio assim, assim e morrendo de saudade.
Quem bebe comigo?
terça-feira, 9 de setembro de 2008
EU TE AMO!

Terapia, nem sempre é algo confortável.
Uma amiga, que a vida apartou de mim, costumava dizer que fazer terapia é como destampar um bueiro e que o confronto com os demônios internos é tarefa hercúlea.
Concordo!
Existe um lado (não tão alvo) no interior da gente, que por serem certos assuntos ou certos temas, doloridos, a gente passa uma vida inteira negando. E lá, na poltroninha confortável, eles teimam em vir à tona e dói.
Porém, aprendi algo que vem de encontro a tudo que sempre pensei: sentimento, não se esconde. Podemos até omitir dos outros, mas de nós mesmos é impossível esconder.
Parei (ou, pelo menos ando tentando parar), de me culpar por amar nessa vida sem receber o troco justo. EU amo. EU amo, e ponto!
Uma amiga, que a vida apartou de mim, costumava dizer que fazer terapia é como destampar um bueiro e que o confronto com os demônios internos é tarefa hercúlea.
Concordo!
Existe um lado (não tão alvo) no interior da gente, que por serem certos assuntos ou certos temas, doloridos, a gente passa uma vida inteira negando. E lá, na poltroninha confortável, eles teimam em vir à tona e dói.
Porém, aprendi algo que vem de encontro a tudo que sempre pensei: sentimento, não se esconde. Podemos até omitir dos outros, mas de nós mesmos é impossível esconder.
Parei (ou, pelo menos ando tentando parar), de me culpar por amar nessa vida sem receber o troco justo. EU amo. EU amo, e ponto!
Se há reciprocidade, isso é outro capítulo e vou aprender a lidar com isso também.
Porém hoje, acordei com a sensação de que havia alguns “eu te amo”, que precisava dizer. Não que as pessoas em questão, não saibam.
Porém hoje, acordei com a sensação de que havia alguns “eu te amo”, que precisava dizer. Não que as pessoas em questão, não saibam.
Elas sabem, até porque, nunca escondi essa verdade.
A diferença, é que hoje senti necessidade, uma necessidade muito forte de dizer EU TE AMO, para algumas pessoas.
Pra vocês, um EU TE AMO do tamanho do meu coração.
Pra quem ouviu, pra quem leu, pra quem sentiu... saibam que hoje, a precisão de deixar de alguma forma registrado o sentimento, foi mais forte.
Pra vocês, um EU TE AMO do tamanho do meu coração.
Pra quem ouviu, pra quem leu, pra quem sentiu... saibam que hoje, a precisão de deixar de alguma forma registrado o sentimento, foi mais forte.
Por mais óbvia que seja, essa é a verdade que eu queria colocar pra fora hoje.
Alguém bebe comigo hoje? Contratei até uma van, pra deixar na porta de casa, quem se exceder um pouquinho. E o DJ hoje, está exclusivo e só vai tocar nossos pedidos.
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