quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

FELIZ ANO NOVO!!!!!



Minha pérola da semana: RISO!!!
É... e não poderia ser outra!
2009 está entrando com pé direito e eu explico:
Meu filho e minha nora, estão em Porto Alegre, logo, logo estarão por aqui, minha filha e meu genro. E recebo em casa, a visita da minha Su. Por opção, deixou Claudinha e os meninos e veio me ensinar o amor de entrega e doação.
Só isto, seria motivo mais que suficiente para apostar num ano novo com cara de ano bom mas... não foi só isso.
Surpresas que deixaram meu coração feliz da vida... gestos concretos que demonstram que posso e devo esperar por novidades... e então, é mais ou menos assim:


- minha família... abençoa meu riso.
- os amigos... aplaudem meu riso.
- os tombos... estimulam meu riso.
- uma promessa... emociona o meu riso.
- um ursinho... provoca o meu riso.
- um beijo na boca... perpetua o meu riso!

Não posso e não devo permitir que as lágrimas surjam, quando há por todos os lados, motivos mil, para que eu sorria. Convido os amigos, a brindarem comigo.
Perdoem as mudanças de endereço.. o astral assim-assim... os textos chatinhos... etc...etc...

Neste final de ano, mais precisamente em 04/12, comemorei uma data que merece um post... sou blogueira há 4 anos mas sobre isso, falo na volta, porque hoje é dia de brindar e desejar a todos, muita paz e muito amor!!
Em 2009, vou apostar numa vontade estupenda de sorrir.
Então... este Bar..., hoje tem copa livre!
Espumante da melhor qualidade, drinks coloridos, mesa pra todo mundo e uma orquestra tocando só o que é bom.
HAPPY NEW YEAR!!!!
Beijos, desta Ruiva apaixonada por tudo isso aqui!
Que 2009, nos encontre juntos, com colos e ombros quando preciso for mas....
que o novo ano, nos veja sorrir muito e muitas vezes!!!!!

domingo, 21 de dezembro de 2008


Aos amigos e freqüentadores deste modesto estabelecimento comercial!
Sei que ando meio assim, assim... que os últimos acontecimentos e o excesso de “penetras” nas minhas festinhas particulares, deixaram esta Ruiva com sentimentos avessos à época do ano... mas tenho certeza de que vocês me entendem.
Então, a todos que passam por aqui, a todos que chegam pra beber e me ouvir falar, a todos que tiveram paciência enquanto eu mudava de casa, pra lá e pra cá, a todos de onde pude sentir e ver, gestos concretos de amizade, respeito e solidariedade...
FELIZ NATAL!!!
Que 2009, chegue recheado de boas notícias.
Que 2009, nos brinde com amor de sobra, vindo de onde vier.
Que tenhamos saúde, paz e amigos!!
Beijos ruivos pra todo mundo!!!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Saudade!

Amigos, meu filho pediu licença, para publicar uma carta ao avô.
Aí está!


Já se passou mais de 15 meses, 15 meses sem você!
É muito tempo... passou rápido, inúmeras mudanças e uma única certeza: a dor diminui porém, jamais passa.
Deveria ter escrito antes, já deveria ter pedido para minha mãe abrir o espaço no blog e publicar isso antes, mas não deu. Não conseguia parar, lembrar e escrever.
Jamais irei esquecer aquele dia 4/09/2007, esse dia pode ter certeza foi o pior dia que eu poderia enfrentar, assim como jamais esquecerei os ensinamentos, os puxões de orelha e aquele famoso: “o que é isso rapáh”.
Nunca apagarei de minha memória as idas ao Olímpico Monumental, os jogos de futebol, as escolinhas, aqueles pedidos de quem nem podia mais consigo mesmo e jamais deixou de pedir por favor, assim como jamais irei esquecer do ultimo beijo, do ultimo abraço, das ultimas palavras.
Não podia externar o que sentia naquele dia, alguém precisava ficar forte, dar a notícia que ninguém queria escutar, então tive de ser o primeiro a saber, o primeiro a contar, o primeiro a correr e o último a chorar.
Nada disso faz sentido! Nada disso muda o que eu senti quando me mudei e você não estava mais lá para falar comigo, me aconselhar e dizer naquele jeito só seu: “... eu acho melhor não ir, mas....”.
Não estava lá entrando na igreja como meu pai, o que sempre você foi.
Sinto sua falta, a dor diminui, conforta com o tempo, porém Porto Alegre, minha vida e meu coração nunca mais serão os mesmos.
Desculpe a demora, as poucas palavras, logo eu que sempre escrevi tão bem, porém a bola na garganta ainda é grande, principalmente indo para POA passar o natal e saber que nunca mais irei te encontrar. Sei que estará sempre comigo, sei que estará eternamente me ajudando, como sempre fez.
Obrigado, tudo que disse em vida gostaria de dizer de novo e agora não é mais possível. Mas tenho certeza que o que fiz sempre será lembrado pelo senhor e pelo meu coração.
EU TE AMO MEU AVO, CONTINUA CUIDANDO DA GENTE!
Bjus te amo meu eterno amor.


terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Auto-ajuda!!





Se, com meus erros te faço perceber que os teus são pequenos delitos... então te ajudo.
Se, com minhas verdades te faço enxergar um mundo melhor... então te ajudo.
Se, em cada uma das minhas quedas, te passo a força que precisas pra te reerguer... então te ajudo.
Se, nas minhas fraquezas faço com que te sintas mais forte... então te ajudo.
Se, eu me exponho e te deixo à vontade para expor tuas feridas... então te ajudo.
Se, te faço pensar, rir ou chorar... se, faço brotar tuas emoções...então te ajudo.
Se, com meus tropeços e meus passos em falso, te indico o caminho a não ser seguido... então te ajudo.
Se, te faço perceber que sofro dor igual a tua, que teus problemas são semelhantes aos meus e mostro isso sem pudor.... então te ajudo.
Se, com meu jeito nada convencional de ser, diminuo algumas de tuas culpas... então te ajudo.
Se, através dos meus pequenos avanços percebes como é gigante o teu caminhar...então te ajudo.
Se, minhas piadas te fazem sorrir... então te ajudo.
Se, minhas lágrimas tocam teu coração mostrando o tanto que és solidário... então te ajudo.
Se, com a minha pequenez te dás conta do quanto és grande...então te ajudo.
Se, vens aqui, me escutas falar e voltas... então tu me ajudas!



Nesta dinâmica de movimento, sinto tua mão guiando cada um dos meus passos.
E, se te ajudo é porque tua ajuda veio a mim, bem antes.
Então, este Bar..., bem poderia ser um Bar.. de auto-ajuda, ou ajuda mútua.
Não sei por que os intelectuais torcem tanto o nariz para esta vertente literária.
Ajuda, é uma palavra tão bonita!!!





sábado, 13 de dezembro de 2008

Colar de Pérolas.

Encontrei na Internet e resolvi dividir com vocês.
O site nos leva a montar nosso próprio colar de pérolas (e isso vale pra todo mundo: meninas e meninos), buscando no fundo do mar as qualidades de que necessitamos.
Está tudo explicadinho lá e eu, acabei de fazer meu primeiro mergulho.

LEALDADE
(minha pérola da semana)

"Seja leal para consigo mesmo. Não altere o seu comportamento apenas para contentar os outros." (Yogaswami)

Engraçada essa vida mesmo!
Justamente nestes tempos bicudos que ando vivendo e onde muitas coisas e pessoas têm sido colocadas em xeque, minha pérola da semana fala justamente em ser leal!
Leal consigo mesmo, deve ser o primeiro passo, é verdade. Mas, e onde fica a lealdade aos amigos?
Do lugar de onde eu venho, amizade é estar junto, é não trair, é não jogar bola nas costas... Santo Cristo... é gesto concreto!!!
Lealdade é pisar no inferno se preciso for, por um amigo.
Enfim...
Concordo que não se pode sair acreditando em tudo que lê. Concordo que auto-ajuda é uma faca de dois gumes e não raro, pode ser uma faca cega. Mas que mal pode haver em nos conhecermos um pouco mais?
Um ótimo final de semana pra todo mundo.
Beijos da Ruiva


quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

De novo no M*E*A*



Em outras duas ocasiões, havia visitado o M*E*A* (Mulheres Enlouquecidamente Apaixonadas) e resolvi voltar, acompanhada da minha amiga Meg.
Notei que as coisas não mudaram nada, desde a minha última visita. Mesmo endereço, mesma disposição das cadeiras em semi-círculo e a mesma orientadora, com sua postura séria e a classe assinada pela bolsa Louis Vuitton (modelo novo).
Levantei e pedi a palavra, que afinal se estava lá era pra isso.

- Boa noite. Me chamo Ana e sou uma M*E*A*.
- Boa noite, Ana. (Um coro até bonito de se ouvir)
- Nunca sei por onde começar...
- Comece pelo começo.
E algo no olhar da orientadora, me fez suspeitar que ela lembrava de mim.

- Era tudo tão bom, sabe? Conversávamos por horas e sobre todos os assuntos. Ele não cansava de dizer que me achava linda, inteligente, gostosa...ríamos como duas crianças e nos entendíamos só no olhar. Me conhecia bem até demais... respeitava meu temperamento forte e ao mesmo tempo, sabia como me deixar mansa, quase uma gueixa. Bom, melhor para por aqui ou vocês todas vão querer o telefone dele...

- Então o que veio buscar aqui, se tudo era tão bom?
- Tem razão: era! O tempo do verbo me trouxe ao M*E*A* de novo. Era, porque acabou. Era, porque não é mais. Porque talvez, nunca tenha sido e eu seja alguém com uma imaginação fértil demais da conta.
E a orientadora sentenciou:

- E aquele seu probleminha de anorexia, melhorou Ana?
Ai... então eu não me enganara e a moça chic lembrava mesmo de mim.
- Não... não passou e eu acho que até piorou.
Foi a vez da minha amiga Meg pular:

- Que história é essa de anorexia? Não sei disso não. Você não vive reclamando que engordou? Anoréxica, você??
- Pois é... nunca ouviu falar em anorexia sexual, amiga? Mais ou menos assim: vontade+desejo= zero!!! Meu nome é Ana e eu sou uma M*E*A*!
Se alguém aí tem afinidades com o bom velhinho... que tal pedir pra ele que me mande um namorado? Essa carreira solo tá a maior chatice.
Alguém pra beber comigo?


quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Amor!

Algo me diz, que não demora muito, vou te ouvir chegar... vindo não sei bem de onde, como quem acabou de sair.
Mudamos. Crescemos... deixamos as crianças pra trás, porque era preciso e porque assim estava escrito.
Ordem dada, ordem obedecida! Fiz o que me mandaram fazer e levei minhas dores pra passear no parque.
Resposta imediata? Não! Nem foi tão imediata assim. Levamos muito tempo, minhas dores e eu, pra adquirir consciência.

Perdemos algo importante e não sei dizer se tu, tens consciência disto. Só sei que eu tenho. Ainda dói. E vai doer por algum tempo, eu sei.
Mas amanhã vai doer menos do que hoje, até que um dia restem somente as lembranças. Boas... ou nem tanto.
Retém no teu olhar e guarda no teu coração, porque ainda hão de te fazer falta, as lembranças desse amor.
Observa ao teu redor... tudo está como deveria estar?
Tens tudo que precisas?
Estás pleno nas escolhas que fizeste?
Fico feliz que estejas bem. Mas algo me diz que ainda te verei voltando, machucado pela vida e querendo um colo... o meu colo! Tomara, eu esteja livre e pronta pra te acarinhar, mas tenho medo que essa mudança toda que me obrigaste a viver, me traga autonomia e eu aprenda definitivamente a viver sem ti.
Se eu queria isto?
Não... sabes que não!
Eu teria vivido feliz ao teu lado pra sempre, mas não posso ser responsável pelas tuas escolhas e nem pelas tuas ordens. E elas foram pra que eu crescesse... parasse de sonhar e virasse gente grande.
Gente grande que cansa de estar sozinha... de amar sozinha e de se machucar.
Levei minhas dores pra passear hoje... e elas voltaram doendo menos, pra casa.


terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Amizade!

Digamos assim: A, levou um pé na bunda, de B.


Digamos, que A é um homem.
Se os amigos convidam-no para sair e ele alega que deseja ficar em casa, sem ver ninguém porque está mal... os amigos ignoram e o levam nem que seja arrastado para o primeiro boteco.
E lá, cada vez que o coitado ousar pronunciar o nome de B (a infeliz do pé na bunda), eles logo mostram a gatinha da mesa do fundo que está dando o maior mole. Beber, pode. Chorar...? nem pensar!

Digamos agora, que A seja a mulherzinha da história e que também levou um pé.
As amigas, solidárias a convidam pra sair.
- Não! Amigas me perdoem... mas me arrumar, fazer chapinha...? Tô fora. Hoje quero mesmo ficar em casa e beber, pra afogar as mágoas.
Em cinco minutos, as amigas estão lá com duas ou três garrafas de um Carmenère de boa safra, queijinhos, patês e porções mais que generosas, de colo e afeto.
Ela quer falar no desafeto...? As amigas ouvem.
Ela quer chorar...? Caixas e mais caixas de lenços de papel... à mão.
Por caminhos diversos, escolhendo alternativas distintas, em ambos os casos, há um só objetivo: solidariedade.
No final da história: não importa quem partiu seu coração e nem quanto tempo levará para que você o conserte e supere o fato.
Porém uma coisa é certa – sem a ajuda dos amigos será impossível ou, infinitamente mais doloroso.
Em tempos de crise...
... the Oscar goes to: Su, Bonitinha e Majoli.

Meninas muito amadas: obrigada, pelos e-mails que leram e carinhosamente, responderam. Obrigada, pelos torpedos cheios de amor no celular. Obrigada, pelas conversas intermináveis no MSN. Obrigada, pelo vinho, patêzinhos, colo e muita paciência.
Esta amiga... agradece do fundo do coração!!!


domingo, 7 de dezembro de 2008

Ela!


(A mulher que eu fui...)
Ela era alguém de bem com a vida.
Alto astral, bom humor, tesão saindo pelos poros! Faceira, como diria a minha avó, Ela fazia o gênero “...to nem aí...”.
Se era feliz? Bem, aí é outra história.
Talvez tivesse da felicidade, uma idéia diferente do usual.
Pois esta mulher, eu tranquei no armário. Tranquei a sete chaves.
Amordacei, a coitada!
Calei sua voz e seu riso.
E hoje, relendo antigos escritos, dei conta de como era bonita esta pessoa. Seu modo de olhar a vida e as pessoas, era cheio de bom humor e condescendência. Tinha prazer nos esportes radicais e um dia, até saltou de bungee jump.
Dá pra imaginar?
Medo... ela só tinha de a vida procurá-la e não encontrar, por isso não desperdiçava uma só chance.
Sobrenome... Coragem.
Amante dos prazeres ocasionais, Ela andava dormindo bem, inspiração “a mil” e pele boa. Pra que mudar? Por que mexer, no que andava nos trilhos?
Havia um desejo de não passar a vida em brancas nuvens e pra isso, entregou-se a um amor imenso e doloroso.
Hoje, trancada nesse armário, você me faz lembrar da mulher que eu fui e lembrar, dói.
Não sei rebobinar a fita e o desânimo reina absoluto por aqui.