“Sifu...!”
Pois é.
Pois é.
Recentemente recebi por e-mail uma crônica do Arnaldo Jabor. Como é comum circularem pela net, textos atribuídos a este ou aquele autor sem, contudo ser verdadeiro o autor ou o teor do texto, fui buscar a verdade.
Até porque também, eu não sabia desse episódio.
Expliquem-me pelo amor do Pai, como alguém que em pronunciamento, usa a expressão – “sifu” – pode governar o meu país?
Isto lá é postura de autoridade política máxima de uma nação?
Diante do fato, popozudas, cachorras, dança da garrafa e outros que tais, viram coisa de criança. Minha indignação é enorme. Não pelo palavrão, porque se não digo aqui é pra poupar os olhos de quem me lê, não que seja pudica.
Mas peraí!!!
Eu até posso. Não sou presidente da república.
E se estiver num lugar público, vou controlar meu sangue italiano, porque assim manda o bom senso e a educação que meus pais me deram.
Sobre o fato que o Jornal Nacional chamou de “extravagante” e que nós sabemos, foi na tentativa de ser politicamente correto, Jabor diz:
O "inaudível" "sifu" pronunciado publicamente entrou para história do Brasil, a história da infâmia do Brasil. Mais uma da enorme série de Lula, o "serial killer" da vergonha, o personagem central dessa quadra de desonra, de baixeza da vida nacional. E ainda essa gente assemelhada a ele quer apagar o passado brasileiro, e destruir os registros da nossa moral e os documentos da nossa boa fé, da nossa honestidade como povo. Tudo isso para quê? Para elevar um sujeito vulgar e desprezível à condição de líder máximo do socialismo no Brasil.
É exatamente esse sentimento que me faz voltar a todo o momento não a ele, Lula, o infame, mas para a mídia e os intelectuais de miolo mole que o protegem, que fingem que nada vêem, que nada ouvem. A legião dos infames que o cercam e o embelezam não pára de crescer.
Esse artigo é para vocês, jornalistas, que o acham "pop" e "extravagante".
Se por ventura, como eu, alguém não viu o “causo” é só abrir o Youtube e digitar – sifu. Está lá pra quem quiser ver, o presidente do Brasil, falando em alto e bom som, como se estivesse num churrasco entre amigos muito íntimos, a sua mais nova “extravagância”!
Para alguns isso até pode ser normal.
Juro! Pra mim, é patético!!!
------------
Até porque também, eu não sabia desse episódio.
Expliquem-me pelo amor do Pai, como alguém que em pronunciamento, usa a expressão – “sifu” – pode governar o meu país?
Isto lá é postura de autoridade política máxima de uma nação?
Diante do fato, popozudas, cachorras, dança da garrafa e outros que tais, viram coisa de criança. Minha indignação é enorme. Não pelo palavrão, porque se não digo aqui é pra poupar os olhos de quem me lê, não que seja pudica.
Mas peraí!!!
Eu até posso. Não sou presidente da república.
E se estiver num lugar público, vou controlar meu sangue italiano, porque assim manda o bom senso e a educação que meus pais me deram.
Sobre o fato que o Jornal Nacional chamou de “extravagante” e que nós sabemos, foi na tentativa de ser politicamente correto, Jabor diz:
O "inaudível" "sifu" pronunciado publicamente entrou para história do Brasil, a história da infâmia do Brasil. Mais uma da enorme série de Lula, o "serial killer" da vergonha, o personagem central dessa quadra de desonra, de baixeza da vida nacional. E ainda essa gente assemelhada a ele quer apagar o passado brasileiro, e destruir os registros da nossa moral e os documentos da nossa boa fé, da nossa honestidade como povo. Tudo isso para quê? Para elevar um sujeito vulgar e desprezível à condição de líder máximo do socialismo no Brasil.
É exatamente esse sentimento que me faz voltar a todo o momento não a ele, Lula, o infame, mas para a mídia e os intelectuais de miolo mole que o protegem, que fingem que nada vêem, que nada ouvem. A legião dos infames que o cercam e o embelezam não pára de crescer.
Esse artigo é para vocês, jornalistas, que o acham "pop" e "extravagante".
Se por ventura, como eu, alguém não viu o “causo” é só abrir o Youtube e digitar – sifu. Está lá pra quem quiser ver, o presidente do Brasil, falando em alto e bom som, como se estivesse num churrasco entre amigos muito íntimos, a sua mais nova “extravagância”!
Para alguns isso até pode ser normal.
Juro! Pra mim, é patético!!!
------------
Em tempo: apesar de ser a maior fã de imagens que a blogosfera já criou, este texto foi publicado sem qualquer imagem, simplesmente por não encontrar nada que fosse sugestivo. Ou melhor, achar até achei mas.... (de novo, a educação que recebi me impede!).

6 drink's:
Querida, estava eu por fora, então fiz o que disse, fui no Youtube e digitei "sifu", de cara apareceu o Lula, bem, o que dizer minha amiga?
Patético mesmo, inadmissível e que causou uma dor em meus tímpanos, às vezes é melhor ser surdo nessas horas.
Beijos amiga, saudades.
Querida, amiga!
Obrigado por sempre está se lembrando de mim. Bem, ando correndo muito. Estou trabalhando, mudei de curso e consequentemente de faculdade (necessidade professional, mas não desisti do sonho de ser jornalista, só tive que adiar este sonho). PAra vc ter noção estou dormindo 4hs por noite, mas, vamos que vamos. Isso vai ser mto positivo para a minha vida profissional e material tb. Enfim, por isso ando sumidinho da blogsfera, mas sempre que tiver um tempo, eu vou postando os meus escritos. Um grande beijo e mto obrigado por sua amizade.
É amiga, "sifu" é apenas um dos quesitos impróprios do presidente e que me fazem cada vez mais sentir saudade do nosso (meu) gentleman, Fernando Henrique Cardoso. Pena que não vejo qualquer pessoa neste meu país, em condição de subsituí-lo. Beijo grande!
Nossa, essa é antiga! Na época, eu estava em Brasília acompanhando a mamãe numa conferência. Foi em dezembro...
Bem, tudo bem que temos um presidente extrovertido e que costuma falar o que pensa (nesse dia, os assessores entregaram um discurso já feito e ele não aceitou), mas, convenhamos, ele exagerou mesmo.
...
Passe lá no meu blog e deixe seu comentário!!!
Amiga, que interessante esse teste do bicho aí ao lado. Fiz e sou uma tartaruga. E você, o que deu?
Amiga fiz o teste e sou uma FORMIGA, rsrs.
Beijos.
Postar um comentário