quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Ser blogueiro... é o máximo!


Dia desses, eu falava sobre isso.
Comemorei em dezembro de 2008, quatro anos de blogagens.
O primeiro blog, perdeu-se no tempo. Mal feito e pouco cuidado, nem chegou a ser considerado um “filhote”.
Mas, ali começava a minha paixão por esse universo.
Depois, em 2005 abri o Falando de Amor.
Lugar pra onde, vez em quando, sinto vontade de voltar porque foi lá, que minha paixão se tornou sólida e irremediavelmente pública.
Sempre fui uma apaixonada pela verdade e meus blogs (todos), carregaram a marca de ser um diário virtual. Talvez por esse meu jeito, amealhei amigos “pra vida toda” e hoje, não entendo a vida sem esse contato.
Por isso, a gente muda de endereço, muda a casa, acrescenta novos amigos... às vezes fecha espaços, pra logo arrependida, pensar em abrir outro.
Para comemorar a data, republico um texto de 2006.

Ontem, conversava com uma conhecida (que me recuso a chamar de amiga).
Uma conversa amena, sobre assuntos banais, ou, pelo menos deveria ser assim. Falávamos de moda, comportamento e sempre havia algo, na maioria das mulheres, que não correspondia ao ideal, na opinião da moça extremamente culta e posicionada...
Quando ela perguntou se era verdade que eu mantinha um blog, dei a conversa por encerrada. Quase conseguia ver o ar de puro desprezo, como se dissesse: “não acredito! Que coisa mais imbecil e pouco necessária.” Dei minhas espetadas, e vim para casa pensando.
A coisa é mais ou menos assim: se gosto de vinho, deveria gostar de cerveja. Ou, melhor seria não beber álcool. Se tenho minhas razões para não gostar de ficção científica, deveria abolir os dramas românticos... ou enlatados americanos de um modo geral. São todos filmes imbecilizantes.
É chic ser ‘cult’. É moderno gostar de filmes alternativos, rotas alternativas e esportes radicais.
Não conhecer ‘Prada’... é o Óóh!! E jeans, só vale se for Diesel.
Se ouso defender minha tese de liberdade sem incomodação, sou corajosa demais, abusada demais, arrojada e coloco medo nas outras pessoas. Por outro lado, enquanto ainda mantinha aceso o ideal de um segundo casamento, com direito à boa e velha discussão depois do amor, quase ganhei convite pra sair da festa.
Se amo com liberdade, sou inconseqüente e pouco interessada... mas se cobrar qualquer coisa, é falta na entrada da área!
Perdi homens, porque era gorda. Mas não ganho o jogo, por ser inteligente.
Amo, quase loucamente, entreguei minha identidade, de presente e consciente, para alguém que custou para entender que valho a viagem... mas, reconhecidamente, nunca fui tão feliz.
Acontece que sou assim mesmo! Sou confusa e não sou paga para defender outras idéias que não, as minhas.
E hoje, sinto muito... mas adoro vinho tinto, não suporto cerveja, minha bolsa não é Prada e meu jeans não é Diesel.
Tá bom pra você?
Gosto do cinema, quando o filme me diz alguma coisa, seja ele americano ou irlandês. Estou aprendendo a gostar de blues, mas Fábio Júnior ainda vai voltar a cantar pra mim. Meus conceitos são meus e não os imponho a ninguém, mas quero e faço questão de ser entendida no meu “modus vivendi”.
Amo quando as pessoas me lêem e discutem minhas idéias. Mas elas, são as minhas idéias.
E quer saber?
Ser blogueira é o máximo!!!

Queridos, vou precisar me afastar por um tempinho.
Minha filhota amada, chega neste final de semana e, como sempre acontece, serei “mother, full time”.
Beijos meus!!!

domingo, 11 de janeiro de 2009

Amantes!



Sabemos, os dois, o que isso significa.
Uma troca de olhares e logo, mil beijos encontraram a minha boca.
Perfeição...? Esta, não existe mesmo!
O dia...? Não era perfeito. Poderia ser num sábado à noite.
A hora...? Também não era a hora perfeita. À tarde, os amantes se encontram e isto, ainda que não seja perfeito.... é lindo!
O tempo...? Ah! Este estava bem longe da perfeição, porque sempre é pouco, quando estou ao teu lado.
Mas, teu olhar, teus beijos e um amor mais que bem feito... fizeram com que eu pisasse o paraíso e me intitulasse a única proprietária do Nirvana.
Me diga moço... onde eu andava quando me perdi?
Que caminhos eu percorria, quando aprendi a levitar?
Diga: onde fui buscar prazer em afrontar o mundo, mudando regras ao meu bel prazer?
Razões me levam a pensar que, quanto mais perdida me vejo, mais concreta é a sensação de felicidade que experimento e quanto mais caminhos eu percorro, mais túneis eu vejo, no final da luz!
Complexa essa vida...
Quando tinha receitas, passo-a-passo, modo de fazer, cometi erros crassos. Experimentei toda sorte de dores, enquanto me tinha como a mais lúcida de todas as mortais.
E hoje, sem prumo e rumando para o desconhecido, sou alguém que exala calma e transpira paz.
Do amor...? É só o quero ouvir falar, agora!
O brilho das paixões é que arrebata e faz voar.
E diga lá, moço bonito... responda se puder: onde eu andava quando me perdi?
E quem disse que desejo me encontrar?

E um Sol ma-ra-vi-lho-so, brilha nesta minha Porto Alegre!!!




sexta-feira, 9 de janeiro de 2009


terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Amizade!!!

O nome: Majoli
O dia: 11/outubro.

Ela chegou de mansinho, com ares de menina tímida que não sabe ao certo onde está pisando e, como alguns outros casos que não se explica, a simpatia foi mútua e uma via de mão dupla.
Veio, procurou uma mesa escondidinha, avisou que estava visitando o Bar..., porque ganhou o endereço de outra amiga e ficou. Logo, acostumou-se com o jeito do lugar e, principalmente com a têmpera da dona do estabelecimento que, não andava num bom momento.
Todo final de noite, eu a esperava para o último drink, para ouvirmos juntas a última música da noite e, depois do Bar..., vazio conversávamos por um longo tempo. Ela foi meu colo e ombro e a cada dia, me surpreendia com doses maciças de paciência, generosidade e carinho.
Muitas vezes, quis ser igualzinha a ela – no trato com as pessoas, na firmeza das decisões e, no talento para fazer poesia.
Pois mesmo assim, sendo eu, alguém tão cheio de imperfeições, ganhei seu respeito e hoje, quando não a vejo aqui ou ali, sinto falta e a saudade dói.
Amiga querida, em meio a tantos furacões, invasões e fantasmas de gosto muito duvidoso, 2008 não se ateve só a coisas desagradáveis... houve também um acontecimento marcante e o ano tortinho que passou, valeu por ter ganho tua amizade.
Este é o presente que ganhei dela.
Obrigada, minha amiga... por aceitar meu jeito imperfeito de amar!
(Reparem na sutileza da gatinha... com cigarro e tudo!)

domingo, 4 de janeiro de 2009

Magia!


Magia...
Não sei se é possível explicar.
Foi como se esse tempo de ausência não tivesse existido e nós, tivéssemos dito adeus, ontem.
Teu olhar não mudou, sabia? Ele continua doce e encantado. Nele, me vejo como a única habitante desse planeta. Nele, ainda vejo a doçura que me encantou há tempos atrás. Nele, nesse teu olhar que continua o mesmo, me perco e me acho...
Tuas mãos, também não perderam o jeito. Continuam sábias, passeando pela minha pele, tocando meu corpo e acendendo em cada pedaço, um pedaço de mim. Queria que o tempo parasse, que o mundo deixasse de girar e eu, me eternizasse ao teu lado.
Tua boca, vida do meu amor... ah! Essa mudou e mudou também o beijo.
Ânsia, era o nome... saudade, era o gosto do teu beijo.
Mudou, porque nossos lábios nunca sentiram o gosto amargo da saudade.
Desde o início, tinha comigo a certeza de que esse encontro seria mesmo mágico. Pois hoje, posso dizer algo mais... hoje, tive a certeza que busquei durante algum tempo: tinha minhas dúvidas de que passando por tantas provas, esse amor fosse perdurar. E te ver, me deu essa certeza.
Revi a cena de um filme que não lembro o nome... a mocinha está doente, vítima de um mal qualquer que não vem ao caso. Numa manhã ela acorda com aquela certeza que só há nos filmes, que vai morrer naquele dia. Pede ao amor dela, que a leve pra ver o mar. Final de tarde, um pôr-do-sol lindo e ela morre, olhando o mar ao lado do homem que ama.
Pois eu hoje me sinto assim... hoje, fui ver o pôr-do-sol.
Eu tive o meu amor ao meu lado, beijei a boca, senti o carinho, senti o olhar doce... e provei pra mim mesma, que não vou te esquecer, simplesmente porque meu coração se recusa.
Obrigada, por me levar pra ver o mar!
Te amo hoje, amanhã e sempre.

Que 2009, nos encontre a todos, com fartura absoluta de amor!

Beijos meus!